É que nada lhe dói mais além das esmolas.
Nunca sabem o que querem.
E não desistem nunca de fazer burradas.
Às eleições...
terça-feira, 31 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Especial
Especial - unique. Mania.
Ninguém aceita indiferença.
Mas quando a gente se acha um lixo, Deus twitta instantaneamente:
"Até lixo se recicla"
E me manda uma borboleta COMPLETAMENTE branca, apenas um ponto preto no início de cada asa.
A coisa mais linda, especial e única que já vi, pousada ao lado da minha cabeceira.
É assim que a gente redescobre o mundo. É assim que se ganha o mundo.
Ponto final no início - os paradoxos divinos;
Clareza;
A velha e boa liberdade.
um estímulo pro início da semana.
E qualquer um outro veria apenas um inseto.
...
São meus olhos, querido. Meus olhos.
Ninguém aceita indiferença.
Mas quando a gente se acha um lixo, Deus twitta instantaneamente:
"Até lixo se recicla"
E me manda uma borboleta COMPLETAMENTE branca, apenas um ponto preto no início de cada asa.
A coisa mais linda, especial e única que já vi, pousada ao lado da minha cabeceira.
É assim que a gente redescobre o mundo. É assim que se ganha o mundo.
Ponto final no início - os paradoxos divinos;
Clareza;
A velha e boa liberdade.
um estímulo pro início da semana.
E qualquer um outro veria apenas um inseto.
...
São meus olhos, querido. Meus olhos.
Parece bolero
te quero, te quero
dizer que não quero
teus beijos nunca mais.
(Chico)
/RafaAndrade.enojada
domingo, 23 de maio de 2010
Eles são três.
.
Há três dias, acordei e, indo de encontro ao meu instinto feminino, não gritei ao ver uma Esperança na minha estante. Era aquele insetinho meeesmo, beem verde e tranquilo.
Perto de mim.
Ele sentia que na data anterior eu vivi um inferno por uma eternidade - e eu precisava dele ali, pra colorir a rotina.
Numa quarta-feira de prova de Penal, no ar pesava tristeza e desespero.
Um dia de necessário estudo que reservei às angústias do povir e da conjugação do gerúndio.
Estava tudo, acredite se quiser, cinza chumbo.
Coisa triste e deprimente de se ver.
Mais ainda de se sentir.
Foi intenso o trabalho de um casal de amigos, entre salame e lágrimas.
Surtiu efeito.
A renovação, e as consequências dela, dali em diante renderam a Esperança, que na manhã seguinte tomou a matéria e se fez presente.
Passei a quinta a contemplar a Esperança, fiz dela - ou já não sei se eu é quem fui pra ela - uma sombra.
Só que ao retornar da UFMA, qual não foi a minha surpresa - dispensável surpresa- ao reparar o bichinho aos retalhos, coberta de formigas.
Alguém matou a Esperança que (me) contemplara durante o dia.
E nas desgastantes ocilações do fim da semana, me aparece outro bicho, que ainda ninguém tomou coragem pra nomear - nos casos mais graves, até velar. Fiz a vez e chamei de Confiança - e essa atendeu a todo instante em que era solicitada.
Entremeadinha em cada um, em menor ou maior proporção, reclama por vida.
Foge do Deterfon dos 'vacilos humanos'.
A minha hoje, por mais saudável que estivesse, não conseguiu fugir.
O veneno se adiantou ao meu zelo e 'já era, papai'. Pegou meesmo.
Tudo porque o Respeito não vigiou quando deveria.
Procuro na memória o último instante dos três unidos e elaboro uma idéia: é tão mais reconfortante ver os três juntos.
Da Esperança nada restou.
A Confiança é quase ida.
E o Respeito foi dar um passeio sem avisar, que rudeza.
Espero que ele volte, e trate de prover uma Esperança novinha e cuide muito bem da Confiança ... E se precavenham - isso é a vocês, leitores e ao que resta de mim, de agora e pro sempre, em vigiar - e nunca punir, querido Foucault - o Respeito.
Em tempos de guerra, quando a desordem toma conta da casa, a paz se torna uma ilusão.
Se com Esperança, Confiança e Respeito empunhar armas já é difícil, imagina quando tudo ausente.
Diante disso que retorno a me questinar o quão tarde vou lembrar de que minha melhor arma sempre foi o Escudo.
Só espero - sob o lastro da Esperança - que ainda seja a tempo de evitar cicatrizes intratáveis.
.
Tudo cinza chumbo de novo.
E por muito tempo.
Há três dias, acordei e, indo de encontro ao meu instinto feminino, não gritei ao ver uma Esperança na minha estante. Era aquele insetinho meeesmo, beem verde e tranquilo.
Perto de mim.
Ele sentia que na data anterior eu vivi um inferno por uma eternidade - e eu precisava dele ali, pra colorir a rotina.
Numa quarta-feira de prova de Penal, no ar pesava tristeza e desespero.
Um dia de necessário estudo que reservei às angústias do povir e da conjugação do gerúndio.
Estava tudo, acredite se quiser, cinza chumbo.
Coisa triste e deprimente de se ver.
Mais ainda de se sentir.
Foi intenso o trabalho de um casal de amigos, entre salame e lágrimas.
Surtiu efeito.
A renovação, e as consequências dela, dali em diante renderam a Esperança, que na manhã seguinte tomou a matéria e se fez presente.
Passei a quinta a contemplar a Esperança, fiz dela - ou já não sei se eu é quem fui pra ela - uma sombra.
Só que ao retornar da UFMA, qual não foi a minha surpresa - dispensável surpresa- ao reparar o bichinho aos retalhos, coberta de formigas.
Alguém matou a Esperança que (me) contemplara durante o dia.
E nas desgastantes ocilações do fim da semana, me aparece outro bicho, que ainda ninguém tomou coragem pra nomear - nos casos mais graves, até velar. Fiz a vez e chamei de Confiança - e essa atendeu a todo instante em que era solicitada.
Entremeadinha em cada um, em menor ou maior proporção, reclama por vida.
Foge do Deterfon dos 'vacilos humanos'.
A minha hoje, por mais saudável que estivesse, não conseguiu fugir.
O veneno se adiantou ao meu zelo e 'já era, papai'. Pegou meesmo.
Tudo porque o Respeito não vigiou quando deveria.
Procuro na memória o último instante dos três unidos e elaboro uma idéia: é tão mais reconfortante ver os três juntos.
Da Esperança nada restou.
A Confiança é quase ida.
E o Respeito foi dar um passeio sem avisar, que rudeza.
Espero que ele volte, e trate de prover uma Esperança novinha e cuide muito bem da Confiança ... E se precavenham - isso é a vocês, leitores e ao que resta de mim, de agora e pro sempre, em vigiar - e nunca punir, querido Foucault - o Respeito.
Em tempos de guerra, quando a desordem toma conta da casa, a paz se torna uma ilusão.
Se com Esperança, Confiança e Respeito empunhar armas já é difícil, imagina quando tudo ausente.
Diante disso que retorno a me questinar o quão tarde vou lembrar de que minha melhor arma sempre foi o Escudo.
Só espero - sob o lastro da Esperança - que ainda seja a tempo de evitar cicatrizes intratáveis.
.
Tudo cinza chumbo de novo.
E por muito tempo.
O sonho da noite.
Ao contar, meu irmão não acreditou no que eu tinha sonhado.
.
Trilhões de conhecidos haviam morrido - parentes, amigos, desafetos.
E entre o Céu e o Inferno, havia um salão em que se decidia o destino da Eternidade de todos.
Um galpão com luzes e armações de aço, onde todos disputavam, de dois em dois, a melhor pontuação em um Show de Talentos, o que definiria o rumo que tomariam.
.
Eu definitivamente não sei o que isso significa.
.
Mas tô num momento de decisão da minha vida, igual ao sonho - entre o Céu e o Inferno, esperando que o melhor vença e seja possível uma 'continuação', nunca um final, feliz.
=)
.
Trilhões de conhecidos haviam morrido - parentes, amigos, desafetos.
E entre o Céu e o Inferno, havia um salão em que se decidia o destino da Eternidade de todos.
Um galpão com luzes e armações de aço, onde todos disputavam, de dois em dois, a melhor pontuação em um Show de Talentos, o que definiria o rumo que tomariam.
.
Eu definitivamente não sei o que isso significa.
.
Mas tô num momento de decisão da minha vida, igual ao sonho - entre o Céu e o Inferno, esperando que o melhor vença e seja possível uma 'continuação', nunca um final, feliz.
=)
Incrível essa minha capacidade...
exatamente um mês sem dar as caras.
E bocas.
Nada ver.
Eu precisava dessa infeliz.
=]~
Forever and ever, life is now or never.
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Como as coisas conseguem ser. Ou parecer.
O professor disse hoje uma frase de efeito.
Era algo sobre a lei que aprisiona para libertar.
Contrapostos construindo uma idéia.
O contraposto de hoje nos meus miúdos miolinhos é de algo bem arisco que me pertuba há alguns dias:
Algo sobre a triste mediocridade que promove alegria, contentamento.
Como um copo vazio - aqueela filosofia de boteco que eu não vendo por um bigbig de sardinhaa - consegue saciar a sede de [quase] todos.
ai, ai.
Nem sei mais se eu mesma me arrebato.
Porque, segundo uma teoriazinha aí de desocupados sem companhia de espécime mamífero feminino original ou genérico, pelo Dioptro plano, as imagens ficam distorcidas caso o observador e o objeto estejam em ambientes em que a velocidade da luz é diferente, dado cada ambiente.
Eu não sei se eu estou no meio físico do objeto e os outros em qualquer outro lugar ou eu que estou em descompasso - todos no meio do objeto e eu, em meio de índice de refração distinto.
Só sei que os ângulos não se encaixam.
E o copo não enche, em tempo algum.
Mas há sempre uma alternativa.
Quebra-se o copo na cabeça do primeiro medíocre que passar.
.
Violenta e lascada.
Prova amanhã.
Deus já perdoou meus pecados.
Só que ainda pago por eles.
É algo mais ou menos como promissória celeste.
Chegou a hora de cumprir com a obrigação creditícia.
Era algo sobre a lei que aprisiona para libertar.
Contrapostos construindo uma idéia.
O contraposto de hoje nos meus miúdos miolinhos é de algo bem arisco que me pertuba há alguns dias:
Algo sobre a triste mediocridade que promove alegria, contentamento.
Como um copo vazio - aqueela filosofia de boteco que eu não vendo por um bigbig de sardinhaa - consegue saciar a sede de [quase] todos.
ai, ai.
Nem sei mais se eu mesma me arrebato.
Porque, segundo uma teoriazinha aí de desocupados sem companhia de espécime mamífero feminino original ou genérico, pelo Dioptro plano, as imagens ficam distorcidas caso o observador e o objeto estejam em ambientes em que a velocidade da luz é diferente, dado cada ambiente.
Eu não sei se eu estou no meio físico do objeto e os outros em qualquer outro lugar ou eu que estou em descompasso - todos no meio do objeto e eu, em meio de índice de refração distinto.
Só sei que os ângulos não se encaixam.
E o copo não enche, em tempo algum.
Mas há sempre uma alternativa.
Quebra-se o copo na cabeça do primeiro medíocre que passar.
.
Violenta e lascada.
Prova amanhã.
Deus já perdoou meus pecados.
Só que ainda pago por eles.
É algo mais ou menos como promissória celeste.
Chegou a hora de cumprir com a obrigação creditícia.
.
=]
.
ops...
.
=[
.
ops...
.
¬¬''
.
ops...
@##$%3%¨¨#*&*($¨¨&
.
.
assim me sinto melhor.
Beijos pros garotos da Capricho do mês.
domingo, 4 de abril de 2010
As sombras iluminam.
Eu odeio esse homem, dentre tantos outros motivos, pelo machismo.
Mas eu sou mulher de reconhecer as genialidades, e Nietzsche não poderia ter sido mais feliz quando disse o homem estar destinado à multiplicidade, à luta pelo poder constante - definindo-o, então, como ser de potência.
O homem está sempre lutando com seus comuns, vencendor ou vencido. Acreditando que o resultado da batalha sempre pode mudar o rumo da guerra. Um vencido tornar-se vencedor e assim, guardadas as proporções e os sentidos, com o inverso. VONTADE DE PODER, pura.
O homem se mascara; cria, ilude a si, aos comuns, regido pelo pragmatismo da guerra constante, quase num Estado de Natureza hobbesiano, que só perdura ao longo do filme da existência humana numa trajetória elicoidal de sucessos [só mudam os jogadores, as regras são as mesmas] - daí depreende-se a ilusão necessária à vida - porque isso constitui o infinitivo de ser humano. Que não é infinito. Porque 'a vida é tudo, e tudo se esvai diante da vida humana'. E as máscaras polpam a todos dos dessabores da realidade - de enxergar o outro e a si mesmo como de fato passam pelo mundo.
Eu me indigno com as novelas de Manoel Carlos. Não pretendo dizer que 'aaah, é novela, coisa de gente fútil.'. Eu adoro futilidades, e que minha mãe não leia, mas gasto mais tempo lendo revistas femininas que meus livros Direito.
Só que existe um limite alfa pras invencionices, Maneco usa Beta, então, baby, não vem que não tem. Onde já se viu... falido (que pega todo o elenco feminino apesar de estar sem dinheiro e de desempenho sexual contestável) custeando a vida de princesa de uma tetraplégica que encontra um príncipe encantado, lindo, médico, bem-humorado, rico e tudo mais aquilo que não vem na composição dos homens-humanos do nosso Brasil-baronil; moça essa que era no início da trama uma vilã em potência e agora é a mocinha.
A única coisa que o dramaturgo faz é conservar a nigrinhagem típica - o disse-que-me-disse, o oba-oba, a sogrinha do mal, as traições - porque num mundo perfeito tem de existir seres humanos pra se falar mal, pra se aproveitar da bondade e, claro, pra pular a cerca, porque o que princípio-mor do Universo é nada senão a sacanagem.
Aí, as mulheres deste mesmo país, que engolem esse caldo grosso de fantasias e emoções fictícias como se fosse um milkshake de maltine do Bobs de 700 ml, ficam do lado da pilantra na novela, da Outra... essa mesmo, a @#$%%¨* ... e na vida real se prestam ao papel de ligar pro número desconhecido no celular do seu consorte - em alguns, haha, na MAIORIA dos casos, sem-sorte - chamando a outra só de santa pra cima, coisa boa, maravilhosa, porque está com o 'seu homem' - homem dela, no caso. Seu, eu já não sei, consulte a lista de chamada do celular e descubra - se quiser, aqui é uma democracia (beijos para o meu professor de Constitucional, Pavão XD - Adoro você, hoje em dia.)
.
A mãe que se identifica com a sogra do demo da novela pede por clemência na vida fabricada fora dos holofotes pros seus filhos, pra que se relacionem bem com o mundo e ninguém cobre uma dívida cujo troco é uma bala na cabeça - em casos extremos, tem até gente pagando pra isso ou jogando pela janela mesmo.
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.
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Incrível a capacidade do ser humano de viver o irreal e fingir o concreto.
Creio não existir sequer a possibilidade de culpar alguém, muito menos de rearranjar os elementos. Porque depois da democracia e do relativismo, tudo é possível e aceitável - depreendam, senhores, a ironia. Eu sei que é difícil.
.
É dar corda e si mesmo e se enforcar, rindo. Gostando.
Ai, meu Deus.
São reflexões da TPM.
Só não pensem que sou mal-amada, traída ou traidora. Porque nesse xadrez as peças são trocadas, e eu jogo comigo mesma.
E, segundo Nietzcshe, a qualquer hora posso exercer qualquer papel - como no sistema coringa de interpretação.
Só aconselho a todos a mascararem o quanto puderem, até quando puderem - já que isso tudo é irremediável.
O choque de realidade é letal. Por isso que as pessoas enlouquecem.
Outras se matam.
Outras escrevem em blogs textos pro vento.
hahaha.
Pro vento.
ha.
Oks.
.
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História minha: no meu tempo de Educator,
eu dizia que os físicos e matemáticos sofriam de carência crônica afetiva
de uma figura do sexo oposto -
ou até do mesmo sexo
[viva á liberdade sexual].
E vejam só, acá estou eu dispensada pelo namorado
escrevendo baboseiras
como se eu fosse conhecedora de causa.
Uma máscara minha.
A ilusão de escrever, de saber,
de amar.
Odeio isso.
O isso é o real.
.
Se iludam, sempre que possível.
Beijosnãomeliguem.
/Rafa Andrade
quinta-feira, 31 de dezembro de 2009
A geração Orkut e a Dona Morte.
"Obrigada, filha" - memorizei dia e horário.
.São Luís - 31 de dezembro, 07:25 da manhã.
Minha mãe me agradecendo, certamente não por estar ajudando com o banquete de logo mais.
Eu não estou carimbada, defino assim.
Não fui eu quem disse.
Foi a pessoa mais crítica e rigorosa do mundo que eu conheço, e que, por ser minha mãe, aumenta exponencialmente a aplicação de seus estrategemas, critérios e correções.
.
São Luís, 30 de dezembro, 16:00 hrs - Residência Andrade.
Quatro jovens, estudantes de Direito, da classe média, estão reunidos para uma sessão de cinema com pão-de-queijo duro, cachorro-quente e sorvete.
Antes de tudo o assunto é: a tendência a suicída de um colega de classe do primeiro período.
Momento de reflexão: nulo.
'Ah, coitado. Quer se matar. E então? Deixa eu entrar no Twiter!!!'
Ha!
É até compreensível que alguns queiram apagar os rastros de sua existência nesse mundo.
Muito compreensível.
Mas reparável.
O suicídio, em Dukheim, acontece por quatro motivos, disserta o próprio em seu livro com o título de O Suicídio. O que está em questão se trata do EGOÍSTA, cacterizado pela fragilidade de ligações com os valores e princípios da sociedade contemporânea ao evento - agora me pergunte: que valores, que princípios? O google responde: você quis dizer precipícios .
É um contra todos. Uma batalha interna.
É o que na biologia chamamos de autofagia - uma célula se distrói em detrimento de um sistema, de um organismo - isso de nada tem de agoísta, querido mestre Durkheim. Problemas semânticos à vista.
É difícil encontrar, numa perspecitiva microcósmica, um Winston - 1984 - os em potencial, antes de tudo, são vaporizados - por si mesmo, até.
O importante é mudar o fim das tragédias.
Acreditar.
Precisamos de acreditar- em 2010 e em todos os anos seguintes.
Precisamos de amor e Solidariedade - companheirismo e atenção [dar pra receber].
De descobrir o que há de melhor em nós.
Mostrar a todos - sem medo do escrutínio público - anunciar aos 4 ventos, comprometer-se.
Sem a pretenção de ser apenas bom.
O objetivo é ser melhor - que não é necessariamente O melhor.
Não queime o orkut. Utilize o orkut. O twiter.
O problema não está nas coisas, mas no que se faz com elas.
Albert Einstein não criou a bomba atômica pensando de Hiroshima e Nagazaki - na destruição, na vigança.
Ele se matou.
Não é tão óbvio o motivo?
Começo a pensar que quem se mata dessa forma, dada as circunstâncias atuais, busca - mesmo que de maneira pouco inteligente, escassa de raciocínio e desesperada, acima de tudo - mais a vida do que esses que persistem em respirar da futilidade, cultivar-se no vazio.
Renato Russo foi muito positivo em pensar nos filhos da Revolução como rebeldes contra os vanguardistas rebeldes. Estava errado.
Os filhos da revolução não se revoltam nem contra os pioneiros revoltados. É como um apêndice - aqueles órgãos que, por desuso, se atrofiam, até se perderem nos próximos ramos da filogenia.
Enlatados.
Fast-food.
Não é pecado. São os tempos modernos - e devemos acompanhar as transformações.
Mas não deve ser essência.
O Grande Irmão é cada um - é só o resultado da constante individual dos homens do século XXI
Só não podemos deixar de nadar anaklusmos - contracorrente.
É só converter - reverter.
Jesus não transformou água em vinho?
A Ceifadora está sempre à espreita das mentes espetaculares.
Pensar demais tem esse aspecto negativo.
Pensar demais mesmo tem este aspecto positivo.
A gente acredita nas mudanças.
Um 2010 de vida a todos.
Pela metamorfose do Grande Irmão de cada um.
Rafa Andrade. XDD
"Aquele que deu o melhor de si para sua própria época
viveu para todas as épocas"
Johann von Schiller, dramaturgo.
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